O que posso comer?

Pais de crianças que têm alergia alimentar podem enfrentar de antemão dois problemas: receber e o diagnóstico. E o outro é a mudança de hábitos, que às vezes afeta a família inteira.

O primeiro passo é entender quais alimentos devem ser evitados e habituar-se à leitura de rótulos e a busca por informações mais precisas sobre os produtos, muitas vezes acessando o SAC do fabricante.  É importante saber que a maior parte dos alimentos alérgenos pode ser substituída por outros mais nutritivos, alcalinos, alimentos integrais e suplementos processados de maneira mais natural.

O começo pode ser bem difícil, mas com o passar do tempo, cada família irá descobrir quais preparações substituirão as receitas habituais, como será a nova lista do mercado e qual será o itinerário de compras, porque dificilmente tudo será achado no mesmo lugar.

Há quem deva restringir um ou dois alimentos. Há quem deva restringir um pouco mais. Há quem possa tolerar traços, há quem precise controlá-los. Mas com tudo mais organizado, os pais  já saberão como abastecer a dispensa e a geladeira, o que comer no café da manhã, o que pode ser preparado para o almoço e o jantar, o que deve ser congelado para facilitar o dia a dia, quais lanches devem-se ter na bolsa, quais os corredores do supermercado mais frequentados, quais sites tem boas receitas e por aí vai.

É importante também despertar na família o sentimento de empatia, para que todos possam se colocar no lugar da criança e dos pais, no sentido de compartilhar o mundo um do outro. Marcar um dia para que todos cozinhem juntos, trocar receitas e despertar nos outros integrantes o interesse em experimentar tais preparos e a compreender melhor o universo dos alergênicos.

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